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Semana de Estudos 2027 & Instituto Packter

   Praia do Rosa, 12 a 17 de julho de 2027

 

Estimado estudioso de Filosofia Clínica,

Nas imagens da Praia do Rosa há costões, morros verdes, restinga, lagoas e, logo atrás, uma aldeia com as casas, pousadas, verdes. Uma aldeia entre à beira-mar, de um lado; lagoas, do outro lado.

À medida que se sobe pelos costões e morros, a vegetação fica mais fechada, formando manchas arbustivas e arbóreas; a impressão é dos verdes descendo pelos morros até encontrar as pedras, e destas se passa para o azul do mar. Dunas, áreas úmidas e lagoas (lembre, Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca).

Você aprecia caminhar? Há trilhas belíssimas, suaves, algumas muito conhecidas e seguras. Exemplo: pelo lado sul do Rosa, atravessando a restinga e costões, passando pela Praia do Luz e abrindo vistas para a Ilha do Batuta e para a barra da lagoa. Menos de 3 quilômetros.

 Na Lagoa de Ibiraquera dezenas de espécies de aves,

A presença mais célebre da Praia do Rosa é a baleia-franca-austral. Todo o litoral de Imbituba integra a APA da Baleia Franca, criada para proteger essa espécie e os ambientes de que depende. As baleias aproximam-se da costa catarinense principalmente entre julho e novembro, quando fêmeas vêm para a região com seus filhotes; os costões do Rosa funcionam como pontos privilegiados para observá-las. Às vezes, a pessoa caminha por um morro coberto de mata e, alguns metros abaixo, avista uma baleia respirando no mar

E então existe o centrinho, a pequena vila: ruas estreitas, trechos de pedra, madeira, decks, varandas, iluminação; artesanato, cafés, bares e gastronomia italiana e mediterrânea. , especialmente animada ao entardecer. Ao anoitecer, o centrinho fica especialmente bonito. As luzes das lojas e restaurantes aparecem entre árvores e cercas de madeira, as mesas avançam um pouco para fora, há gente caminhando devagar depois da praia e música vindo de algum estabelecimento.

A Semana de Estudos tem como algumas de suas características a afetividade, o encontro, as conversações, os estudos continuados e profundos, a prática clínica. A natureza que descrevi é parte destes trabalhos.

A pousada foi escolhida como parte essencial das atividades.

Ela se esparrama com seus bangalôs, casas e cabanas acolhedoras pelas encostas entre a lagoa e o mar.

 

 

 

 

Dispostas ao longo de ruazinhas que descem para a praia.

 

 

No centro destas casas aconchegantes, cada uma trazendo duas ou três suítes, temos um auditório amistoso, entre as encostas e aberto em suas vistas diretamente para o mar.

 

 

 

 

 

O café da manhã, almoço, jantar são realizados poucos metros antes. A cantina possui uma parte coberta e uma parte sobre o deck de madeira externo.

 

 

 

O caminho até a hospedaria é inspirador; a enseada surge ao final.

 

 

 

 

 

 

Um ponto de observação para se aproximar das baleias respirando com seus bebês nas proximidades.

 

 

 

Um pequenino rio se forma ocasionalmente contornando a pousada quando a lagoa cheia transborda para o mar.

 

 

A final da tarde, uma caminhada pelo centrinho, menos de um quilômetro da enseada à beira-mar que acolhe a pousada.

 

 

 

 

 

 

Acrescentamos um dia de trabalho à Semana de Estudos; ela agora iniciará na segunda-feira e se estenderá até sábado.

Não utilizaremos filmes, não utilizaremos livros, somente teremos trabalhos práticos.

Espero que apreciem mais esta edição do evento mais antigo em Filosofia Clínica: a Semana de Estudos.

Um abraço,

Lúcio Packter

   

 

 

                                                 

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